Cura do Hiv Aids vs HIV AIDS incurável
Escrito por amalux DC on 10:53 p.m.É possível que vários leitores dos artigos do blog cheguem aqui na procura de uma vacina e/ou cura para o Hiv/Vih Aids/Sida.
É possível também que alguns fiquem decepcionados por não encontrarem aquilo que esperavam... uma descoberta de medicamento ou vacina.
É possível que vários outros encontrem nos artigos inspiração para uma mudança de paradigma onde curar doenças depende mais da vontade do paciente que de outra coisa qualquer.
É possível que uns poucos encontrem no blog a cura do Hiv e a experimentem seja ao nível mental, emocional, espiritual ou físico. As dicas e palavras chaves estão por aí e talvez alguma sirva a você.
Eu estou a curar-me do Hiv Aids se é que posso dizer assim pois minha visão do Hiv como doença é muito diferente da oficial e tenho minha visão pessoal inclusive.
Em minha visão Hiv é algo relativo, muito relativo, e essa visão relativa permite incluir muitas outras visões incluindo a convencional que todos conhecemos.
Na visão convencional aquilo que se sabe sobre Hiv para mim e muita gente mais inteligente que eu, a validade dos dados existentes não são fiáveis nem conclusivos havendo uma série de pontas soltas que permitem conjecturar as mais variadas possibilidades e então é ilógico aceitar uma versão como oficial sem que essas possibilidades sejam analisadas e consideradas em favor da saúde do seropositivo no minimo, já nem falo de ética científica e apenas ética humana.
São precisos muitos posts para mostrar todas incongruências do Hiv Aids e queria fazer o ponto apenas de que pela visão mecânica da medicina acerca do Hiv Aids as incongruências são demasiadas para minha mente racional as aceitar.
Na relatividade suprema do Hiv dificilmente me vejo a voltar para a lógica mecanicista da medicina convencional já que deixei de acreditar e de ver sentido em quase tudo que seja oficial sobre Hiv Aids.
Na minha visão mais pessoal tento ultrapassar ou integrar os restantes aspectos de meu desequikibrio. Se antes já tinha retirado poder fisico ao Hiv através da mudança do quadro mental sobre Hiv Aids, com a integração e com a procura das conexões do desequilíbrio físico com os desequilíbrios mentais, emocionais e espirituais mais poder ainda retirei ao Hiv ao aproximar-me de sua origem e ao perceber melhor os mecanismos interdependentes de nossas várias facetas. Nessa pesquisa interior ficou claro para mim que é possível vencer qualquer doença entendendo a mensagem que ela traz. Infelizmente é uma mensagem que muitas vezes não queremos ler. A minha leitura continua com altos e baixos. Também com os demónios interiores que encontrei em mim, Hiv passou a ser uma lagartixa comparado aos demónios monstruosos que ocupam minha psique. Tenho mais que fazer do que preocupar-me com Hiv é o que diz minha lógica, porque fazer o "tenho mais que fazer" irá trazer por arrasto e consequência, o equilíbrio.
Eu já sofri com o Hiv e agora sabe-me bem dizer que não me preocupo com Hiv. Hiv foi uma grande lição para mim em termos de mostrar-me como monstros mentais podem ter tanto poder sobre minha vida e como a redução do Hiv a sua significância pode ter um efeito tão positivo na saúde.
Tenho preocupações no entanto. Nunca deixei de considerar que tenho um problema de imunidade e para o comprovar tenho uma candidiase que causa distúrbios na imunidade. Talvez podia considerar a preocupação a candidiase, e é, mas ainda tem outra preocupação, o que causou a candidiase!? Possívelmente muita droga, medicamento, má alimentação, aluminio, fluor, e mercúrio... ou seja muito trabalhinho pela frente para recuperar este organismo tão mal tratado por mim.
Já me convenci que é trabalho para uma vida. Uma vida a tentar ser cada vez mais saudável. Tem tantos aspectos que sempre posso trabalhar algum nem que seja ter bons pensamentos!
Assim não faz sentido nenhum para mim abrir o jornal e ler as histórias do costume sobre Hiv Aids incurável, o cancro incurável... Simplesmente não vivo nesse mundo mas acredito que depois da separação desse mundo, uma reaproximação seja produtiva. Em vez de negar, aceitar que outros vivem sua realidade, seu mundo, suas esperanças, suas qualidades, suas capacidades. Talvez até aqueles médicos que por vezes chamo de assassinos, me possam ensinar algo e será mais produtivo se aprender com eles.
Na verdade é apenas uma questão de perspectiva se o Hiv Aids tem cura ou não.

