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Como Prevenir a Gripe A, por Dr. Odair Alfredo Gomes

Escrito por amalux DC on 6:10 da tarde

Dicas de como se prevenir da nova gripe - pelo Dr. Odair Alfredo Gomes

Recebemos um e-mail do usuário Maycon Guedes. Ele recebeu esta mensagem e deseja compartilhar com um número maior de pessoas. As dicas são do Prof. Dr. Odair Alfredo Gomes da Faculdade de Medicina - Unaerp.

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Como estamos num período crítico nada melhor do quese prevenir.

Obrigado Maycon pela contribuição!

A GRIPE CONTINUA AGINDO - COMO SE PREVENIR


É sempre bom se prevenir...


A pedido de um amigo de pesquisas no tempo do nosso saudoso e querido Corsini, do qual fui amigo (nos anos 70) e discípulo no começo dos anos 80 em Imunologia e Genética (Unicamp), vou repassar a todos a maneira mais correta e saudável de enfrentar essa Influenza A (erroneamente chamada de gripe suína).

O melhor que você pode fazer é reforçar o seu sistema imunológico através de uma alimentação correta e saudável, no sentido de manipular sua imunidade, preparando suas células brancas do sangue (neutrófilos) e os linfócitos (células T) as células B e células matadoras naturais. Essas células B produzem anticorpos importantes que correm para destruir os invasores estranhos, como vírus, bactérias e células de tumores.

As células T controlam inúmeras atividades imunológicas e produzem duas substâncias químicas chamadas Interferon e Interleucina, essenciais ao combate de infecções e de tumores.

Bem vamos ao que interessa, ou seja quais alimentos são importantes (estimulam a ação do sistema imunológico e potencializam seu funcionamento):

Antes de mais nada, tome pelo menos um litro e meio de água por dia, pois os vírus vivem melhor em ambientes secos e manter suas vias aéreas úmidas desestimulam os vírus.

Não a tome gelada, sempre preferindo água natural e de preferência água mineral de boa qualidade.

Não tome leite, principalmente se estiver resfriado ou com sinusite, pois produz muito muco e dificulta a cura.

Use e abuse do Iogurte natural, um excelente alimento do sistema imunológico.

Coloque bastante cebola na sua alimentação.

Use e abuse do alho que é excelente para o seu sistema imunológico.

Coloque na sua alimentação alimentos ricos em caroteno (cenoura, damasco seco, beterraba, batata doce cozida, espinafre cru, couve) e alimentos ricos em zinco (fígado de boi e semente de abóbora).

Faça uma dieta vegetariana (vegetais e frutas).

Coloque na sua alimentação salmão, bacalhau e sardinha, excelentes para o seu sistema imunológico.

O cogumelo Shiitake também é um excelente anti-viral, assim como o chá de gengibre que destrói o vírus da gripe.

Evite ao máximo alimentos ricos em gordura (deprimem o sistema imunológico), tais como carnes vermelhas e derivados.

Evite óleo de milho, de girassol ou de soja que são óleos vegetais poli-insaturados.

Importante: mantenha suas mãos sempre bem limpas e use fio dental para limpar os dentes, antes da escovação.

Com esses cuidados acima e essa alimentação... os vírus dificilmente irão atacar seu sistema imunológico.


Prof. Dr. Odair Alfredo Gomes
Laboratório Morfofuncional
Faculdade de Medicina - Unaerp

http://www.vooz.com.br/noticias/dicas-de-como-se-prevenir-da-nova-gripe---pelo-dr-odair-alfredo-gomes-12749.html



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Como Proteger da Vacina para Gripe A

Escrito por amalux DC on 12:14 da tarde

Como anda tudo com o medo da Gripe suína, agora gripe A, nem se pensa no mal que as vacinas propostas podem fazer. Com os cérebros toldados pelo medo é mais que natural que se perca a capacidade de raciocínio e se agarre a primeira solução apresentada ou devia antes dizer propagandeada que nem sequer tem a ciência a apoiar sua eficácia e segurança, antes pelo contrário existem várias evidências de que as vacinas são perigosas.

Squalene é um adjuvante utilizado em vacinas para que se tornem mais potentes reduzindo a necessidade de várias tomas e reduzindo a quantidade injectada permitindo assim fazer mais vacinas com menos material. O problema é que o squalene está relacionado com o aparecimento de doenças auto-imunes como aconteceu com inúmeros soldados que adquiriram a chamada "síndrome da guerra do golfo" após tomarem vacinas que continham squalene.

Outro problema bastante grave é que o nosso corpo contém squalene que é necessário ao bom funcionamento do organismo mas ao ser introduzido na forma de vacinação a resposta imunitária vai considerar todo squalene inimigo, tanto o da vacina como o do organismo e assim provocar pela falta doenças reumáticas, artrites, atrite reumatoide e outras do género destruindo o squalene em áreas vitais do sistema nervoso. Mas se fosse só esse o perigo...

Segundo a cientista investigadora do governo australiano Dr. Viera Scheibner, Ph.D ,
"...este adjuvante (squalene) contribuiu para a cascata de reacções chamadas de "síndrome da guerra do golfo", documentada em soldados envolvidos na guerra do golfo.

Os sintomas que desenvolveram incluem artrite, fibromialgia, linfadenopatia, prurido, prurido fotosensitivo, pruridos malares, fatiga crónica, enxaqueca crónica, perda de cabelo anormal, lesões na pele que não saram, úlceras aftosas, fraqueza, tonturas, perda de memória, alterações de comportamento, problemas neuro psiquiatricos, efeitos anti-tiroide, anemia, elevada taxa de sedimentação de eritrócitos, lupus sistémico erythematosus, esclerose múltipla, esclerose amiotrófica lateral, fenómeno de Raynaud, síndrome de Sjorgren, diarreia crónica, suores noturnos e febres baixas."

Ufa, se isto não é suficiente para ficarmos com mais medo de vacinas com squalene do que da doença que pretendem prevenir, é mesmo porque somos idotas sem capacidade de raciocinar, informar e decidir baseados em evidências em vez de decidir na base da ignorância e da propaganda das farmacêuticas que têm como porta vozes médicos e até membros do governo.

Não existindo estudos científicos que comprovem a segurança da(s) vacina(s) para a gripe A, parece-me a mim um pouco ridiculo "imunizar" 750 milhões de crianças para salvar 100 crianças apenas que é a matemática possível neste exemplo dos EUA em que morrem 100 crianças por ano de gripe, prevendo-se que morra o dobro por causa da gripe A, ou seja 200. Estas mortes podiam ser evitadas com mais cuidados de saúde e prevenção sem que fosse necessário vacinas perigosas e lucrativas.

Um estudo de 2000 publicado no American Journal of Pathology demonstrou que uma injecção única do adjuvante squalene em ratos despoletou "chronic, immune-mediated joint-specific inflammation" também conhecida por artrite reumatoide.

Mas não fica por aqui o perigo das vacinas e o seropositivo especialmente devia ter muito cuidado com as vacinas que toma, o que no meu caso significa não tomar nenhuma nem deixar que meus filhos (que ainda não tenho) as tomem. Já preveni no entanto minha família para recusar a vacina se a pretenderem administrar.

Na composição das vacinas entram outros tóxicos extremamente perigosos como mercúrio, alumínio, lipopolisacarídeos, Ethylene glycol (anti-congelante), Phenol, Formaldeído, Neomycin e Streptomycin (antibióticos).

Estes componentes estão relacionados com o aparecimento de várias doenças como o Autismo, Doença de Parkinson, Alzheimer, ADD, ADHD, Síndrome da Guerra do Golfo entre várias outras doenças degenerativas.

O cérebro que dispôe de seu próprio mecanismo de imunidade, activa sua imunidade ordenando a libertação de radicais livres que no entanto não encontram o inimigo pois foram activados pela vacina e assim ficamos cheios de radicais livres que oxidarão nosso organismo. Activa também glutamato e ácido quinolinico chamadas de excitoxinas que produzem mais radicais livres no cérebro que não tendo inimigo para enfrentar destroem o cérebro provocando estas demências e doenças degenerativas.

Tem muito mais para dizer sobre vacinas propagandeadas pelas farmacêuticas como seguras... mas isto deveria ser suficiente para proteger nossas crianças das vacinações obrigatórias e compulsivas assim como devia ser suficiente para o seropositivo com imunidade baixa. Mesmo a eficácia de muitas vacinas é posta em causa por inúmeros cientistas e quanto a sua segurança é cada vez mais evidente que não são seguras e vendem-se como batata frita fazendo-se campanhas publicitárias milionárias, comprando estudos favoráveis e corrompendo médicos e agentes de saúde e políticos.

Cuide de sua saúde começando pelo cérebro que só parece assimilar publicidade... Informe-se e exiga informação validada por estudos científicos independentes(cada vez mais raros).

Fontes:
http://articles.mercola.com/sites/articles/archive/2009/08/04/Squalene-The-Swine-Flu-Vaccines-Dirty-Little-Secret-Exposed.aspx



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"Os laboratorios Enganam o consumidor"

Escrito por amalux DC on 12:03 da tarde

Entrevista a Dra Marcia Angell publicada na revista "Isto é Dinheiro"

"Os laboratórios Enganam o consumidor"
A jornalista americana, especializada em indústria farmacêutica, diz que as empresas lançam remédios inúteis, mantêm relação promíscua com médicos e cobram preços exorbitantes por seus produtos

Marcia Angell

Marcia Angell, 68 anos, comprou uma briga feia. Crítica ferrenha dos grandes conglomerados farmacêuticos, a jornalista norte-americana decidiu escrever um livro para “lavar a roupa suja” e contar o que acontece dentro dos laboratórios. Angell coloca o dedo na ferida: diz que os consumidores estão sendo passados para trás e que as empresas fabricam remédios para doenças imaginárias. A obra “A verdade sobre os laboratórios farmacêuticos – como somos enganados e o que podemos fazer a respeito” (Ed. Record, 322 págs., R$ 45) acaba de chegar ao País. Ex-editora-chefe do jornal “The New England Journal of Medicine”, a mais conceituada publicação da área no mundo, e membro da Harvard Medical School, Angell foi apontada pela revista “Time” como uma das 25 pessoas mais influentes da América em 1997. A disparada do lucro do setor nos anos 80 e 90 chamou sua atenção. Diz que passou noites e noites em claro, teve medo de represálias, mas foi em frente na busca por informações. “Os consumidores podem não saber dos detalhes da política comercial dos laboratórios, mas eles entendem que os preços estão subindo aos céus e que essas empresas têm lucros exorbitantes, sustentados por vendas suspeitas”, afirma ela, nessa entrevista exclusiva à DINHEIRO.

DINHEIRO – Em seu livro, a sra. afirma que, nas últimas duas décadas, a indústria farmacêutica tem se distanciado de sua proposta original, que é descobrir e produzir novos medicamentos úteis à humanidade. Nós estamos sendo enganados?
MARCIA ANGELL – Sim, estamos sendo enganados. Não há a menor dúvida disso. Os laboratórios farmacêuticos querem que acreditemos que eles têm de cobrar altos preços pelos medicamentos por conta dos investimentos com pesquisa e desenvolvimento de novas fórmulas. Mas isso não é verdade. Na prática, eles gastam mais de duas vezes em marketing do que gastam em pesquisa e desenvolvimento e têm embolsado, em termos de lucro, mais dinheiro do que o valor gasto nessas duas áreas. Então, é correto afirmar que os altos preços cobrados por eles cobrem os imensos gastos em marketing e mantêm os lucros absurdos. A verdade está na nossa cara. Qualquer um pode ir aos websites das companhias e ver o relatório anual para descobrir o quanto eles têm dito que gastam em pesquisa e desenvolvimento e o quanto gastam em marketing e administração.

DINHEIRO – Quais são os valores?
ANGELL – A indústria fala que desembolsa cerca de US$ 802 milhões para criar um novo medicamento (segundo levantamento do setor de 2002), mas análises de especialistas independentes informam que o valor é apenas uma pequena fração disso (algo entre US$ 71 milhões e US$ 150 milhões, segundo levantamento da Healthy Research Group). Somente uma parte mínima do que é lançado pode ser realmente classificada como novos medicamentos.

DINHEIRO – No Brasil, os preços começaram a cair de forma mais acelerada recentemente, com a expansão do mercado de produtos genéricos. Por que os medicamentos são tão caros ainda?
ANGELL – O que as empresas dizem é que o alto risco do negócio exige investimentos elevados sem garantia de sucesso no desenvolvimento de medicamentos. No entanto, ano a ano as companhias do setor registram os lucros mais elevados entre todas as indústrias da economia. Em 2004, a lista das nove maiores empresas do setor nos EUA, montada pela revista “Fortune 500”, mostrava que a margem de lucro média do segmento atingia os maiores patamares entre todos os setores da economia norte-americana. Essa taxa foi de 16% das vendas em 2004, comparada com a média de 5,2% de todas as empresas verificadas pela pesquisa. São os consumidores que pagam por esse enorme lucro.

DINHEIRO – É possível saber se os valores gastos pelos consumidores têm crescido?
ANGELL – Os americanos gastam quase duas vezes mais, em média, pelos mesmos medicamentos adquiridos por canadenses e europeus. Nessas duas regiões, os países possuem formatos de regulação de preço, com intervenção governamental, que os EUA não têm. Eu não posso dizer que a situação dos países emergentes, como o Brasil, é semelhante à que ocorre nos Estados Unidos, com valores exorbitantes cobrados pelas mercadorias, mas eu suspeito que as companhias farmacêuticas colocam o preço que querem em seus produtos e isso também acontece no Brasil.

DINHEIRO – A sra. já disse algumas vezes em entrevistas que as empresas do setor “vendem” doenças que não existem...
ANGELL – As companhias freqüentemente vendem doenças que podem ser tratadas pelos remédios que estão lançando, em vez do contrário. Elas apresentam medicamentos para tratar, por exemplo, o que as empresas chamam de “desordem de ansiedade social”, que nada mais é que a timidez. Há casos em que os laboratórios ampliam a definição dos fatores de risco de uma doença. Todo mundo sabe que comer muitos produtos gordurosos pode ser perigoso, eleva o colesterol e, em alguns casos, requer tratamento com drogas. A questão aí é que os “especialistas”, com ligações financeiras com a indústria, ficam baixando o nível considerado normal e todo mundo pode entrar no nível de risco, entende? Então, nesse cenário, muita gente toma remédio para baixar o colesterol sem necessidade.

DINHEIRO – Em seu livro, a sra. afirma que a indústria farmacêutica tem enchido o mercado com produtos que a sra. chama de “medicamentos de imitação”. Como isso pode acontecer? Não há fiscalização dos órgãos reguladores?
ANGELL – As companhias do setor têm despejado os medicamentos de imitação no mercado porque eles querem aumentar os ganhos imediatos, fazendo lucro certo e rápido por meio da fabricação das ditas “novas” versões, que foram, na realidade, criadas a partir de velhos medicamentos. Muitos remédios de imitação têm boas perspectivas de êxito, o que acaba levando esse mercado a um crescimento enorme, impulsionado facilmente pela ação publicitária. Existe hoje toda uma família de produtos de imitação. Por exemplo, existem seis remédios muito similares para o controle do colesterol. Um deles, o Lipitor, da Pfizer, está entre os produtos “top” do mercado, mas ele é realmente um produto de imitação. Eu acho que o consumidor está cansado dessa situação, de pagar preços exorbitantes por mercadorias por conta de gastos astronômicos das empresas em suas marcas e também na área administrativa. O FDA (U.S. Food and Drug Administration, órgão de controle desse mercado nos EUA) informa que próximo a 80% do que foi lançado pelas empresas nos últimos sete anos não eram mercadorias muito melhores ou diferentes do que aquelas que já estavam sendo vendidas pelo mercado. Mas eles não podem fazer nada. A ação do órgão se restringe a liberar medicamentos que tenham efeito sobre a doença identificada. E o produto irá agir, já que ele é uma cópia de outros medicamentos que já atuam sobre a doença. Então não há muito o que fazer nesse sentido.

DINHEIRO – O que seria necessário para mudar esse cenário? Elevar a fiscalização em cima dos grupos, ou implantar mudanças mais drásticas por meio do poder público?
ANGELL – Eu propus em meu livro um programa de reformas vitais para o setor. Talvez a mais importante seja a criação de uma norma que determine que as companhias comparem com maior rigor o desenvolvimento de “novas” drogas que são uma cópia daquelas já fabricadas pelas empresas. No sistema atual, essa comparação, que é necessária para que haja a liberação do FDA, acontece com produtos de baixa qualidade, com “pílulas de açúcar”. Então, nessa história, compara-se um novo lançamento com alguma coisa que é melhor que nada. Isso torna possível que as companhias continuem colocando no mercado produtos copiados, em vez de investirem realmente em mercadorias de que a população precisa urgentemente. Essa população conta com o aparecimento de avanços científicos importantes, que os laboratórios podem e devem coordenar.

DINHEIRO – Há conivência com os médicos?
ANGELL - Para se ter uma idéia, há questões éticas nisso também. Os laboratórios dão presentes e privilégios para os médicos. Eles provavelmente gastam bilhões de dólares ao ano cortejando os doutores. Isso é evidentemente um absurdo. Contamina o sistema porque deixa o médico desconfortável, menos propenso a realizar críticas e a ser imparcial em relação a alguma marca, por exemplo.

DINHEIRO – Até que ponto isso é ruim para os pacientes?
ANGELL – Isso é muito ruim para os pacientes. As companhias do segmento gastam milhões de dólares em campanhas publicitárias, mas aplicam bilhões para seduzir os médicos. Pode parecer loucura, mas não é. O jogo de sedução começa na universidade, onde são distribuídas amostras grátis para os futuros médicos, são pagos almoços e distribuídos brindes. Os futuros médicos aprendem absurdos. Podem chegar a acreditar que os melhores medicamentos são os mais novos, recém-lançados.

DINHEIRO – A sra. comenta que as companhias do setor estariam criando ensaios clínicos para fazer com que seus produtos pareçam melhores do que são. Como isso é possível?
ANGELL – No passado, as empresas do setor pagavam por ensaios clínicos para testar medicamentos, mas isso acabou. Agora, elas estão envolvidos diretamente na elaboração desses estudos que determinam a eficiência do medicamento. São elas mesmas que não só elaboram o estudo como analisam e interpretam os resultados. Isso dá aos laboratórios uma imensa capacidade de controlar todo o sistema e, obviamente, eles podem maquiar o medicamento, mostrando no estudo que o produto é melhor do que realmente é. Mais que isso: enquanto eles enaltecem o lado positivo, escondem o lado negativo, como efeitos colaterais. Por conta disso, eu acredito muito que a literatura médica, na descrição dos seus produtos, não é nada confiável.

DINHEIRO – A sra. é favorável à expansão do mercado de medicamentos genéricos?
ANGELL – Eu sou muito favorável à expansão do mercado de genéricos no Brasil e no mundo. Eles são idênticos às mercadorias que possuem marcas de expressão, mas têm uma diferença em relação aos produtos de “imitação”. Os genéricos não estão sendo criados e vendidos com a idéia de que são mercadorias novas. Eles não compram essa mensagem errada de que são lançamentos – e, portanto, não é preciso pagar caro por eles.

DINHEIRO – A sra. é uma crítica ferrenha do mercado de medicina alternativa. Por quê?
ANGELL – Eu acredito que os produtos lançados pela medicina alternativa deveriam ser amplamente testados para que se pudesse verificar a eficácia deles.

Eu não sou contra os medicamentos em si. Quero deixar isso claro. Eu sou contra essa postura que o segmento tem de que não é necessário testar os remédios que as empresas tentam vender.


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Gripe suina, agrotoxicos e imprensa investigativa

Escrito por amalux DC on 3:55 da tarde

Publicado em: 30/07/2009 16:11 no Portal Imprensa

Gripe suína, agrotóxicos e imprensa investigativa

Momentos especiais como os da emergência de pandemias e o questionamento dos alimentos orgânicos contribuem, admiravelmente, para a análise da atuação dos lobbies e da própria imprensa.

Há, certamente, vários exemplos para ilustrar essas nossas considerações mas preferimos concentrar-nos em apenas dois fatos: as pressões para a indicação dos antivirais (em especial Tamiflu para o combate à gripe suína) e a divulgação equivocada da não vantagem dos alimentos orgânicos em relação aos convencionais.

O primeiro caso diz respeito ao lobby da indústria da saúde, em particular os laboratórios farmacêuticos, louca para que cidadãos e governos utilizem intensamente os seus produtos, muitos deles de eficácia não comprovada ou, o que é pior, com efeitos colaterais importantes. Este lobby invariavelmente se faz acompanhar de uma propaganda nem sempre ética ou responsável que induz à automedicação.

O monitoramento da propaganda de medicamentos realizado pela ANVISA tem sistematicamente comprovado que um número significativo de peças publicitárias afronta a legislação, com a indicação de remédios para fins não autorizados, omissão de efeitos colaterais ou má informação. Na prática, há um desrespeito absoluto ao cidadão que, inclusive em situações como a que vivemos, é bombardeado por propaganda sobre remédios contra a gripe, dor de cabeça, num oportunismo irresponsável que é comum à chamada Big Pharma. O mesmo aconteceu em anos anteriores quando do aumento avassalador de casos de dengue, em especial no Rio de Janeiro. Ou seja, é preciso maior atenção para a postura de determinadas empresas que, como abutres, ficam à espreita da vulnerabilidade dos consumidores para avançar sobre os seus bolsos e a sua saúde.

Reportagem publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo no dia 29 de julho último (p.A24) trazia depoimentos de especialistas recomendando cautela na prescrição de antivirais, com a alegação correta de que não funcionam em boa parte dos casos e de que não podem ser vistos como a panacéia para uma situação dramática como a da gripe suína. Há inclusive situações em que eles não são recomendados, mas, como se pode perceber, falta de esclarecimento (onde a imprensa poderia contribuir de forma positiva), desespero das autoridades (que não sabem como controlar a explosão de novos casos e cientes da precariedade dos serviços de atendimento) e despreparo de parte da classe médica (seduzidas pela fala melosa de divulgadores de remédios) acabam estimulando a prescrição dos medicamentos.

Reportagem do dia 30 de julho de 2009 (p. A19) do mesmo Estadão informa que o Ministério da Saúde vai facilitar acesso ao remédio contra gripe suína e que, na prática, o critério para indicação estará nas mãos dos médicos. Não precisa ser muito esperto para se concluir de que, se houver remédio suficiente, ele vai ser distribuído amplamente para a população, com controle pouco satisfatório (há algum controle nas farmácias?).

A mesma paranóia ocorreu no caso da gripe das aves (que infelizmente não chegou por aqui) em que países adquiriram milhões de doses como prevenção, induzidos por notícias sensacionalistas e por suspeitos lobbies de laboratórios com a omissão/cumplicidade de autoridades da área da saúde em todo o mundo.

Ninguém nega a importância dos medicamentos para situações bem definidas, mas é preciso calma, como explica Arthur Timmerman, infectologista dos Hospitais Edmundo Vasconcelos e Alberto Einstein, na reportagem do Estadão (29/07): " ainda é cedo para qualquer comprovação da eficácia do oseltamivir (Tamiflu) no tratamento da gripe suína. Ele é usado para a gripe sazonal, nunca foi avaliado para o H1N1 e já existem relatos de resistência ao medicamento em alguns países". E acrescenta que, "o contrário dos casos fatais de gripe sazonal, as mortes causadas pela gripe suína ocorrem, em muitos casos, por uma espécie de "hiper-reação" do organismo ao vírus. "Os pacientes morrem mesmo pela resposta imunológica ao vírus".

Ir com muita sede ao pote pode não agregar qualquer medida correta para o combate à gripe mas certamente contribui para o aumento dos lucros dos fabricantes de medicamentos.

A Big Pharma, designação utilizada para identificar as principais farmacêuticas multinacionais, tem um passado pouco recomendável, como pudemos assistir no caso do Vioxx, da própria Merck, que matou milhares de pessoas em todo o mundo, antes de ser recolhido pelo próprio laboratório, numa hipócrita alegação de que o retirava do mercado em respeito ao consumidor (sempre soube que ele tinha efeitos importantes, como ficou evidenciado durante os inúmeros processos a que foi submetido). O livro Crimes corporativos, publicado há algum tempo por aqui e de autoria de Russel Mokiber (já está esgotado), trazia relatos terríveis de crimes cometidos por organizações, onde se destacavam sobretudo a indústria farmacêutica e as montadoras.

Uma leitura mesmo rápida do livro A verdade sobre os laboratórios farmacêuticos, de Marcia Angell, publicado pela Editora Record no Brasil, com o subtítulo esclarecedor "Como somos enganados e o que podemos fazer a respeito", revela como funcionam os bastidores desta indústria poderosa. Antes de citar alguns exemplos, é preciso identificar a autora: ex-editora-chefe do New England Journal of Medicine, uma das publicações de maior prestígio na área médica em todo o mundo, e professora da Harvard Medical School. Ela foi considerada pela revista Time uma das 25 pessoas mais influentes nos Estados Unidos.

Está lá no capítulo 7 (Venda agressiva...Chamarizes, subornos e propinas): "em 2001, os laboratórios deram aos médicos o equivalente a 11 bilhões de dólares em amostras grátis, distribuídas por cerca de 88 mil representantes comerciais." Na verdade, está demonstrado que eles gastam muito mais em marketing do que em pesquisas (estima-se em 35% do total de suas receitas). Como estratégia cada vez mais usual, buscam em campanhas milionárias estimular o consumo com apelos como os que nos acostumamos a ver na televisão, tipo "coma o que quiser, basta tomar um comprimidinho antes e outro depois" ou sugestões irresponsáveis para combater a obesidade, eliminar o estresse etc. O brasileiro é um dos grandes consumidores mundiais de medicamentos, inclusive aqueles que provocam dependência e têm efeitos colaterais mais severos.

Pesquisa recente realizada pelo IDEC mostra que 70% dos cerca de 50 remédios de uso comum entre as crianças utilizam corantes em sua fórmula, o que pode contribuir para causar reações indesejadas na pele, acarretar problemas para os sistemas respiratório e gastrointestinal e provocar choque anafilático nas mais sensíveis.

Reportagem da Folha de S. Paulo (28/07/2009, p.C11) traz relato de pesquisa realizada por investigadores de Harvard sobre risco de hipertensão em mulheres que tomam analgésico uma vez por semana. Mas não é isso que sugerem algumas campanhas publicitárias ou mesmo profissionais de saúde estimulados por laboratórios? Os mesmos pesquisadores de Harvard divulgaram há dois anos estudo realizado com homens em que se comprovava que aqueles que usavam aspirina, paracetamol ou ibuprofeno todos os dias apresentavam até 38% mais riscos de ter pressão alta do que os que não tinham esse hábito. Ou seja, nem sempre tomar medicamento é a melhor alternativa, embora essa seja uma constante na divulgação de saúde pela imprensa brasileira e a recomendação explícita, quase obrigatória, em muitos consultórios espalhados pelo País.

Um outro exemplo de má divulgação pode ser comprovado pelas manchetes de 30/07/2009 em dois jornais de grande circulação: Folha de S. Paulo e O Globo que, reproduzindo pesquisa veiculada em uma publicação norte-americana, proclamava aos quatro ventos a não vantagem nutricional dos alimentos orgânicos em relação aos convencionais, dedicando atenção menor (está em segundo plano nas reportagens) a um problema fundamental: o fato de não utilizarem agrotóxicos em seu processo de produção.

Esta divulgação coincide com a não circulação de uma cartilha sobre orgânicos patrocinada pelo Ministério da Agricultura, ilustrada pelo Ziraldo, e que, segundo informações que circulam pela web, se deveu a uma ação interposta pela Monsanto, a gigante dos transgênicos. Se for verdade (quem quiser pode acessar o arquivo da cartilha, presente na Internet), trata-se de mais um caso envolvendo a empresa dentre os muitos já incorporados no belíssimo trabalho da jornalista investigativa francesa Maria Monique Robin - O mundo segundo a Monsanto.

O crescimento importante do consumo de orgânicos efetivamente incomoda as empresas de agrotóxicos (veneno e não remedinho para planta) e de transgênicos (farinhas do mesmo saco) porque não apenas pode mexer com o seu bolso, mas fortalece o conceito de sustentabilidade a que elas, apesar do discurso hipócrita, não podem respeitar.

De novo, a ANVISA (que sofre - será coincidência? - pressão violenta das agroquímicas e dos laboratórios) traz dados sobre o número alarmante de casos de contaminação por agrotóxicos em nosso País, respaldada também por pesquisas sérias da competentíssima Fiocruz.

Um planeta saudável exige, em particular no caso brasileiro - somos um dos maiores consumidores de agrotóxicos do mundo - atenção para este problema porque os produtos químicos (pesticidas, herbicidas, fungicidas e todos os demais malditos "cidas" por aí) andam contaminando brutalmente nosso solo, nossa água e nosso ar, além dos alimentos (há produtos como o pimentão que chegam a estar brutalmente infestados por agrotóxicos, alguns proibidos no País, em mais de 50% dos casos!).

O jornalismo em saúde precisa ser mais investigativo, mais crítico e não pode continuar refém de fontes comprometidas com grandes interesses, confundindo executivos de empresas agroquímicas, de biotecnologia, da indústria da saúde com pesquisadores. Precisa estar ciente de que o diretor de pesquisa & desenvolvimento de uma corporação multinacional que atua nessas áreas é , como se diz no mercado, "boca alugada" e que não tem independência alguma para avaliar situações que envolvem os seus produtos. Precisa perceber (ainda não se deu conta?) de que pesquisas favoráveis aos transgênicos são sempre realizadas e divulgadas no Brasil por uma mesma empresa que tem em seu portfólio trabalhos realizados para empresas de biotecnologia. É fonte independente, confiável?

O jornalismo em saúde precisa estar atento a agências de comunicação, RP, assessorias de imprensa a serviço da insustentabilidade de determinados setores que insistem em se proclamar socialmente responsáveis, como a indústria do tabaco (mata milhões de pessoas por ano), e que, ao mesmo tempo, patrocinam cursos de formações para jornalistas em veículos de prestígio, como a Folha de S. Paulo e o Estado de S. Paulo (para atrair novos consumidores, formar porta-vozes ou respaldar no futuro o processo sujo de limpeza de imagem?).

O jornalismo em saúde não pode acriticamente reproduzir releases da indústria da saúde porque eles estão comprometidos com a venda de produtos e serviços e não com a promoção da saúde ou da qualidade de vida.

Certamente, há empresas sérias, éticas (que a carapuça caiba nas que se sentirem atingidas por estas considerações), mas o terreno aqui é pantanoso e vale a pena ter como pressupostos básicos no jornalismo em saúde 3 ditados: "não existe almoço grátis", "cautela e caldo de galinha não fazem mal pra ninguém" e "é indispensável enxergar além da notícia" ou, como dizem os norte-americanos (eles entendem disso!): "follow the Money" (siga o dinheiro).

Se o jornalista em saúde, antes de divulgar medicamentos, serviços, novas pesquisas etc tiver a paciência e o cuidado de se perguntar antes: quem lucra com esta divulgação?, poderá evitar equívocos em seu trabalho. Pensando bem: ser mula ou laranja de grandes corporações que atuam na área da saúde e afrontam o interesse público não deveria ser tarefa a ser desempenhada por profissionais de imprensa.

Vamos com calma com o Tamiflu, com os agrotóxicos (veneno mesmo), com os transgênicos (o problema não se resume à tecnologia mas inclui espírito predador dos monopólios das sementes), com as empresas de medicina de grupo, os planos de saúde. Se o almoço não é grátis, verifique se não somos nós que estamos pagando esta conta.

Não deixe de prestar atenção quando for a uma farmácia (há mais farmácias do que padarias no Brasil!): os balconistas estão usando jalecos de laboratórios? Se sim, fuja de lá: não compactue com a estratégia odiosa da empurroterapia porque provavelmente alguns destes profissionais, voluntária ou subliminarmente, estão ali promovendo medicamentos e não cuidando da sua saúde (outro dia um balconista numa farmácia andava atrás de clientes distribuindo folhetos de um laboratório, pode?).

Falta ética para o negócio e falta vigilância para o jornalismo em saúde. Ambos merecem um belo pontapé nos fundilhos.

* Wilson da Costa Bueno é jornalista, professor da UMESP e da USP, diretor da Comtexto Comunicação e Pesquisa. Editor de 4 sites temáticos e de 4 revistas digitais de comunicação. veja mais

Resposta

- Monsanto nega ação contra campanha do MAPA, conforme publicado em coluna do Portal IMPRENSA




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A Fraude da Medicina: Vender a Doenca

Escrito por amalux DC on 9:24 da tarde

A Verdade Acerca da Indústria de Medicamentos: Como Nos Enganam e o que Fazer Acerca Disso

The Truth About the Drug Companies: How They Deceive Us and What to Do About It

By Marcia Angell, M.D.

Dr Marcia Angell descreve a indústria farmacêutica como uma fraude global e analisa a sua influência persuasiva na medicina e sociedade em geral.

Na introdução de seu livro ela claramente afirma: "Este livro vai expor a verdadeira indústria farmacêutica - uma indústria que nas passadas duas décadas se afastou largamente de seu alto propósito original de descobrir e produzir novas drogas úteis. Agora fundamentalmente uma máquina de marketing para vender drogas de efeitos benéficos duvidosos esta indústria usa o seu poder e riqueza para influenciar cada instituição que possa estar em seu caminho, incluindo o Congresso dos EUA, a Food and Drug Administration (FDA), centros médicos académicos e a própria profissão médica. Grande parte de seus esforços estão focados em influenciar médicos, já que são eles que prescrevem as receitas.


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Medicos Sem Fronteiras: ONG Humanitaria ou Criminosa?

Escrito por amalux DC on 6:04 da tarde

Sob o pretexto habitual de ajudar os pobrezinhos e necessitados, encontramos várias ONG que são financiadas pelo poder corporativo ao qual interessa apenas fazer dinheiro.
Segundo o site ARV Facts os Médicos Sem Fronteiras (MSF) são uma dessas organizações que a pretexto de ajudar os necessitados vão promovendo os medicamentos mais tóxicos que existem engando pessoas já frágeis por variadas razões. Além de promoverem os ARVs, ainda desinformam, escondem, mudam a informação acerca da rotulagem dos ARV. Retiram a bem conhecida "No Cure" e retiram vários efeitos secundários tóxicos ou simplesmente retiram tudo deixando como única informação "MSF".
Logo cheguei á conclusão que era como a marca "Nacional" e logo me veio aquele anúncio "O que é Nacional e MSF é bom" mas até a bolacha Maria traz mais informação do que os ARV que promovem em Africa. E depois aqui recebemos o outro lado da desinformação com números e estatísticas criminosas que essas ONGs e ONU se deliciam a promover em forma de terror.

Sendo financiada por dois nomes que logo fazem saltar as antenas anti-fascistas, Rockefeller e Glxo Smith & Kline, fica tão difícil acreditar que os MSF não comam na mão que lhes dá o pão e temos estes factos para provar para quem trabalham os MSF. Claro que a boa vontade de muitos médicos também é explorada mas sabemos que na sua maioria sempre andaram atrás das farmacêuticas e de suas benesses. Aqui em Portugal é uma pouca vergonha e o único caso que chegou a público e á justiça (Bayer) mostrou bem de que lado está o poder e não é do lado do cidadão ou paciente.

Chego a uma conclusão errada talvez mas fico quase convencido que a classe médica está completamente podre e corrompida! Os médicos honestos devem andar atolados de porcaria sem se poderem mexer ou sem poder fazer alguma coisa pelos pacientes em um sistema que serve apenas de fachada a interesses económicos.

Já antes fui acusado de ser mauzinho por denunciar ONGs como esta que todos conhecem e defendem e até contribuem com dinheiro tantas vezes julgando ser uma boa ONG mas isso é apenas manipulação através da propaganda habitual. Exactamente como a Fundação Clinton... ajudar os doentes com sida? Tretas, vender ARV isso sim e vender morte. Fundação Rockefeller? Meu Deus, por mais bem de fachada que possamos atribuir a Fundação Rockefeller, o mal desta fundação fascista será sempre bem maior e a propaganda e publicidade não vão mudar isso.

A atitude e práticas destas ONGs e fundações são completamente criminosas e poucas vezes temos conhecimento público desses crimes até porque voltamos sempe ao mesmo e já sabemos que os tentáculos do polvo já chegaram á comunicação social e só assim poderiam manipular a verdade tão facilmente e promover seus objectivos anti democráticos.

Já vivemos em várias pequenas ditaduras actualmente e a da saúde é uma delas. Podemos ver a ditadura da saúde tentar aumentar seu poder sobre o cidadão fazendo-o depender de seus produtos e obrigando-o por falta de opção a esses mesmos produtos e tudo isto com a ajuda de governos que por esta e outras razões nada têm de democráticos, incluindo o de Portugal e Brasil, servos evidentes e vergonhosos destas corporações.

Não é nada agradável estar dependente destas corporações com objectivos e mentalidades fascistas pois sabemos muito bem que quando puderem voltam aos objectivos falhados na 1ª e 2ª guerra mundial, controlar e dominar o mundo, desta vez economicamente mas sempre como uma ditadura.

Não podiam ter encontrado melhor forma de ganhar algum dinheiro enquanto atingem seus objectivos eugénicos e de dominação global. Começa-se pelos mais fracos e doentes nos países ocidentais e no 3º mundo mata-se indiscriminadamente pois o objectivo é mesmo matar o máximo possível e diminuir o "perigo" que representa o aumento de população nesses países. Esse é um objectivo a que Rockefeller, Clinton, Bush, Obama e várias ONGs incluindo a MSF se têm dedicado sob a máscara humanitária.

O melhor é mesmo investigar para perceber porque não podemos confiar nossa saúde e de nossas crianças a corporações que só se importam com o lucro e lucro significa manter as pessoas doentes o mais possível, lucro não tem nada a ver com saúde nem com curar alguém pois se te curas não gastas! Lucro tem a ver com quando se trata uma doença, cria-se outra para manter o paciente dependente o resto da vida. Lucro tem a ver com as práticas criminosas destas corporações para as quais já compensa pagar de vez em quando umas indenizações por seus crimes continuados.


















http://www.arv-facts.com/index.html


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Sindrome da Inteligencia Deficiente Adquirida

Escrito por amalux DC on 11:37 da manhã

A SIDA, o Síndrome da Inteligência Deficiente Adquirida é a consequência de quem ainda acredita em deuses menores que representam o que temos de menos evoluído. Profetas representando esses deuses tem muitos e mesmo os mais cépticos correm atrás de deuses intangíveis e ilusórios como o -dinheiro-, o -medo- ou a -ignorância- por exemplo.

Enquanto alguns correm por dinheiro, nós corremos por medo! Enquanto alguns vão enchendo o bolso de dinheiro, nós vamos enchendo o organismo de medo! Enquanto temos medo somos inúteis e qualquer um nos manipula. Deixamos à sorte nosso destino, outro deus menor? Rezamos para que o médico a que vamos não faça parte da estatística de médicos criminosos?

A coisa o mais simples possível é assim:
Temos X e temos Y.
X mete medo a Y.
X acalma Y. (a troco de dinheiro sempre)
X mete medo a Y.
X acalma Y. (a troco de dinheiro sempre)

Quem é X e quem é Y nesta história?
Sei que o medo nos faz idiotas e pouco racionais e é por isso que tanto usam o terror contra o cidadão seropositivo ou não, porque o medo faz as pessoas idiotas e idiotas não fazem perguntas ou aceitam respostas idiotas. Apenas porque estamos com medo... !?

Sim, o medo é lixado. Paralisa um ser completamente menos aquela parte que fica ali a ver o próprio medo e a própria incapacidade em vencer esse medo. De alguma forma também agora podemos ver que algo está errado e apenas confiamos porque vem na TV e nos jornais e porque temos medo. Vendem-nos doenças para depois venderem os tratamentos?

As doenças até nos dão de graça todos dias e enquanto o seropositivo não acordar é muito possível que vá ter sida um dia de tanto tóxico que toma.
Eu pergunto-me porque raio uma pessoa que se drogou durante anos destruindo seu organismo não há-de ter sida? Precisa de vírus para isso? Nop não precisa e no início era doença de drogados e homossexuais mas como vírus que veio de krypton sofre mutações também no género de pessoas que ataca... além disso é mesmo um vírus homossexual pois não atacava mulheres e só homens... mas depois sofreu nova mutação e já ataca mulheres...

Meu Deus parece o 11 de Setembro... é história tão ridícula atrás de história tão ridícula que eu fico a perguntar em que mundo vivo. Tantas vezes fico com raiva a perguntar "Mas será que ninguém vê!?". Mas depois lembro como fui enganado também e como demorou para saír do sistema ou de parte do sistema. Principalmente saír do sistema manipulador causado pelo medo em relação ao hiv sida.

Tantas vezes tomei ARV sentindo que me estavam a fazer muito mal. Sentia duplamente ou triplamente mal pois tinha medo e essa era a única razão porque tomava ARV. Todas consultas acontecia uma de duas coisas, ou discutia e debatia a questão com meu médico sempre com saindo de lá com muitas dúvidas ou então entreava e saía praticamente calado já sem esperança de entender alguma coisa e apenas com medo e dócil como cordeirinho "Sim Sr Doutor!".

Senti-me burro muitas vezes até que decidi procurar as respostas que meu médico não me dava ou que dava sem fazer sentido nenhum. Parecia um filme de ficção científica "Não sabemos porquê de nada mas toma lá estes ARV que é bom para a tosse." "Mas eu não tenho tosse doutor" "Se não tens vais ter ahahah!" . Estou certo que qualquer pessoa informada teria relutância em tomar ARV por causa de HIV. Saber desfaz o medo. Se uma criança disser que tem um cão enorme ao virar da esquina ficas com medo mas depois vês que é um cão pequeno que pareceu enorme a uma criança.

Pena que aqui não é uma criança com sua perspectiva que nos enganou e atemorizou. Aqui são adultos que só pensam em dominar e em dinheiro. Manter a população na ignorância e no medo faz parte do plano. Em nossa ignorância vão roubando e maquinando planos de sacar dinheiro ao cidadão, criando doenças também para vender medicamentos, criando necessidades, máscaras para a gripe? Nós temos :) 5 bucks money dollars euros

Duh
Duck
duck?
PUM

É isto que acontece aos patos. Ao fim de um tempo são sacrificados como dispensáveis que são aliás. Entretanto ganha-se dinheiro com eles enquanto os matamos lentamente com venenos e mais venenos que além de matarem, estupidificam e adormecem as pessoas e sua vontade. É isso que fazem os metais pesados que nos dão como fluor e mercúrio, fazem de nós idotas e é única razão de existirem em produtos que consumimos.

O AZT destroi indiscriminadamente tipo as guerras que vemos na tv, mata-se 99 civis para matar um inimigo. Com AZT é pior pois destroi tudo, todas células incluindo do cérebro e do sistema imunitário. Destroi tudo lol e claro destroi hiv se lá estiver. Os outros ARV não são melhores causando alterações no sistema nervoso, imunitário ou melhor em todos os sistemas.

Em nome de algo benéfico "tratamento para o hiv" assiste-se a um genocídio controlado principalmente em África. Aqui duramos mais pois temos melhores condições e passamos a vida nos médicos com as complicações habituais dos ARV. O melhor disto tudo e que a partir de agora tens hiv, e qualquer coisa que aconteça é porque tens hiv e até se morres tens sida. O ARV causou-te neuropatia? Ah isso é sida!
O ARV causa lipodistrofia? Ah isso é sida!
Morreste por causa do ARV?
Ah isso é sida...!

Informem-se pois suas vidas estão em jogo mas isso estão sempre não é :) Isto parece mesmo um jogo, do qual parece urgente saír.





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Confirmado! HIV Veio de Krypton!

Escrito por amalux DC on 11:57 da manhã

A cura de 2009 para o HIV nunca mais vem e com a gripe das aves e dos porcos penso que sida irá sair de moda. A SIDA é para idiotas ou crentes pois pouco ou nada tem de científico e já nem perco tempo com isso. Quando me provarem que HIV causa SIDA talvez volte a pensar no assunto.

Já antes do HIV havia SIDA e continua a haver Sida sem Hiv e Hiv sem Sida. A verdade meus amigos que ninguém vos quer dizer é que este vírus vinha colado ao super-homem que veio do planeta krypton e é por isso que vai contra todas as leis e regras científicas. Não faz mal pois como seres crentes que somos precisamos é de acreditar e não de ciência.

Que importa que HIV seja um retrovírus perfeitamente inofensivo existente desde sempre em nosso organismo como centenas de outros retro-vírus e micro organismos. Sim existe uma correlação mas apenas isso! Lá por algo estar relacionado não significa causação. Causação prova-se em laboratório seguindo regras científicas que ao HIV não se aplicam pois veio de Krypton.

É por o Hiv ter vindo de Krypton que tem poderes incríveis nunca antes vistos e encontrados na Terra. O Hiv na verdade faz parte da equipe X-Men de nosso organismo mas não digam a ninguém para protegermos a identidade do Hiv. Pois, Hiv é apenas nome de guerra como 007 ou super-homem. O nome verdadeiro é ... não sei se posso dizer :| Direi no final deste relatório.

Se já viram ou leram livros de super-herois sabem que os herois são muitas vezes difamados e acusados de serem fora-da-lei e agirem "livremente" fora das leis. O Hiv não segue as leis porque está a ser difamado como sendo um bandido e assassino quando na verdade não conhecemos ninguém de krypton que não seja heroi. Tanto o super-homem como a super-mulher e até o cão deles o krypto são super herois e não vejo razão para o Hiv não ser um super-heroi também.

É uma cabala contra as centenas de retrovírus que temos no organismo. Se decidem todos atacar teremos morte instantanea pois se apenas um deles faz esta confusão toda...

Felizmente tem cientistas que se recusam a aceitar a falta de lógica e racionalidade sobre o Hiv e a Sida pois assim em vez de 99% da humanidade estar a ser enganada seriam 100%.

Como se sente sabendo que tem estado a ser enganado/a acerca de seu Hiv Sida?

Como se sente sabendo que tem tomado medicamentos que destroem indiscriminadamente toda e qualquer célula de seu corpo na esperança que na nessa destruição em massa apanhe alguns HIVs?

Como se sente sabendo que que a terapia anti retroviral é um crime que devia ser julgado em Haia não fosse Haia um antro de corruptos também que só julga quem lhes apetece.

Como se sente sabendo que sua saúde está nas mãos dos maiores produtores de venenos do mundo cheios de processos em tribunal por enganarem doentes com seus medicamentos.

Como se sente sabendo que foi enganado/a desde o início acerca da questão do Hiv? Hiv foi imposto tanto á comunidade científica como ao mundo calando todas vozes discordantes mas isso é política e não ciência.

Como se sente sabendo que não precisa ter medo?

Como se sente sabendo que até gravidez causa falsos positivos e em África nem precisa teste para diagnosticar Hiv. Alguns Africanos riem "Antes era diarreia mas ninguem mandava dinheiro, agora tem diarreia e chamam de sida e mandam dinheiro" Enquanto isso muitos morrem por tomarem os tóxicos ARV em organismos debilitados e com fome. Felizmente aqui somos mais bem alimentados e aguentamos mais tempo os ARV que causam Sida como se pode ler na Bula.

Tem Hiv que causa Sida? Não faz mal , nós temos Sida empacotada e controlada! Tome nossa Sida que é segura e eficiente.
Tem problemas imunitários? Tome ARV que destroi o sistema imunitário entre outras coisas... DUH

Como se sente sem poder?
Manipulado/a? Influenciado/a? Enganado/a?

Espero que por esta altura já sentiu a revolta de quem descobriu ter sido enganado/a de todas as formas possíveis. Espero que a revolta se transformou em algo produtivo. Somos enganados porque queremos ser enganados. Somos chulados , sugados, enganados porque queremos. Sim queremos! Queremos que todos menos nós próprios resolvam o problema e temos tanto medo que qualquer idiota nos engana com qualquer história idiota.

Sei disso pois fui constantemente enganado e induzido em erro grande parte de minha vida e ainda não é fácil assumir todos aspectos dessa ilusão. Uma coisa é certa, tanto políticos como corporações demonstram na prática quais seus verdadeiros objectivos e como tal nunca podem ter meu apoio ou confiança nem podem pedir-me que acredite neles.

Deixo isso para os masoquistas que falei antes, aqueles que querem ser enganados pois ao menos foram enganados. Imaginem se não tivessem ninguém para os enganar, como seriam infelizes sem ninguém para lhes dizer o que fazer. Já vi robôs bem mais humanos do que muitos daqueles que se auto denominam de seres-humanos... o wall-e por exemplo :p

Ai que chatice... é hora de ir tomar conta de minha vida, minha saúde, minha economia...

Ganhar consciência é iluminar a mentira e trazê-la á luz. Ganhar consciência no que diz respeito a nossa vida, saúde, tudo!
Ganha consciência e poderás ver se teu hiv é ou não patológico.

Todos estes venenos em medicamentos, água, comida, ar e sei lá onde mais... servem para estupidificar a raça humana e mantê-la longe de sua consciência. É isso que fazem os venenos que tomamos, tornam-nos estúpidos para mais fácil sermos controlados e influenciados e manipulados. Qualquer cientista vos dirá isso, que medicamentos que destroem células do cérebro nos fazem estupidos e burros e que o mercúrio das vacinas nos faz burros e estupidos e que fluor na água (técnica de Hitler) ou pasta de dentes nos faz burros e estupidos.

É uma guerra á consciência através da estupidificação química e mental. Dão-nos venenos químicos por todo o lado sob desculpas por vezes ridículas mas o povo já tem tanto medo que aceita tudo. O povo não se lembra é que um ser humano que está sempre em defesa cria doença causada por stress.
Depois arranjem um nome bonito para essa doença e tome mais medicamentos e já agora tome mais 3 vacinas para a gripe dos porcos.

Saia de seu terror seja social seja ele qual for. É quase impossível não associar sida a terror mas isso porque temos MEDO!

Saber é Poder e Poder é Coragem! Tenha coragem para assumir que tem sido enganado/a mas também para fazer algo por você.

Ah... o verdadeiro nome do Vírus da Ignorância Humana (VIH) é Medo.

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Gripe dos Porcos e HIV AIDS

Escrito por amalux DC on 12:35 da tarde

"...Gripe das aves? Não, eu quero algo para a pandemia de MEDO!"
Mais uma vez encontramos a comunicação social empenhada em fazer propaganda a uma possível pandemia de gripe agora dos porcos...
Donald Rumsfeld e a Roche ganharam bem com a propaganda que fizeram com a gripe das aves vendendo o inútil Tamiflu que muitos governos compraram incluindo o nosso para satisfazer os interesses da Roche e para calar a população com medo da pandemia.

O negócio das doenças prospera e as grandes corporações fazem o que querem da população e de seus governos e governantes. Mete dó olhar para um José Sócrates ou um Durão Barroso de tão evidente que é estarem a trabalhar para o Grupo Bilderberg e seus interesses corporativos.

É o dinheiro do contribuinte que vai servir para pagar as novas compras de medicamentos inúteis ou não. Primeiro gera-se o medo e cria-se uma pandemia mas é mental tal e qual como a SIDA em que não iremos saber os verdadeiros numeros nunca enquanto forem manipulados, extrapolados e exagerados como são.

Quanto mais repetem "Terror, Gripe dos Porcos" na TV e nos jornais e na Internet mais a população fica com medo e fazem mais pressão sobre o governo.

Um seropositivo podia ser o primeiro a acabar com estas histórias mudando sua alimentação para uma alimentação mais saudável contribuindo assim não só para sua própria saúde mas para a de todos. Já todos vimos este ou aquele documentário ou notícia que diz ser a nossa exploração desenfreada do planeta que está a causar o aparecimento de novas doenças. Isso aliado á nossa cada vez maior intoxicação de nosso organismo pela poluição geral causa uma cada vez menor resistência aos cada vez mais agentes agressivos.

Destroem-se florestas e desequilibra-se o ecosistema de países pobres para criar gado que servirá o menu de muitos ocidentais que só se lembram e exigem alguma coisa quando aparece alguém na TV a gritar "Terror isto ou Terror aquilo". O ocidental quer tudo sem querer saber de onde vem o que come e como foi conseguido. Estamos a colonizar África e América do Sul novamente e nunca deixámos de o fazer completamente na verdade.

Estamos a colonizar e a trazer as doenças do Novo Mundo...

Vai comprar Tamiflu que é bom para a tosse!

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Auto cura, uma filosofia de vida.

Escrito por amalux DC on 11:56 da manhã

Sou apologista da auto cura em todas as situações de doença e no caso do hiv sida aids não é diferente. Toda a pessoa com problemas de saúde deve participar o máximo possível em seu tratamento e quanto mais participar melhores serão os resultados do tratamento seja ele qual for.

Auto cura é responsabilizar-se por si mesmo/a coisa que poucos estão dispostos a fazer incluindo eu. Assim fica evidente que qualquer auto cura terá de passar também por vencer essa resistência em responsabilizar por si mesmo/a.

Quantos não ficam paralisados depois de um diagnóstico positivo para hiv? E quantos não seguem depois sem questionar tudo aquilo que o médico diz?

Isso é exactamente o contrário de auto cura e é como confiar no destino pondo a vida nas mãos alheias de um desconhecido qualquer que não sabemos se é médico por vocação humanista ou financeira. No entanto grande parte da vida é decidida por essa entidade abstracta que é o médico que representa o papá dos filhos coitados doentes.
Só assim se explica que um desconhecido que é a 3ª maior causa de morte nos EUA possa dirigir e decidir a vida de uma pessoa tantas vezes saudável.

Podia ser louco mas assim tanto não e constatar coisas como esta dá-me toda força para superar os ataques das pessoas que me chamam louco por eu ir contra o senso comum acerca do hiv sida. Essas pessoas não sabem do que falam e são fantoches controlados pela TV que reagem a estímulos programados tal e qual como o cão de Pavlov. Toca-se a sineta na TV e logo berram por isto ou por aquilo. Se disserem mata eles matam , se disserem esfola eles esfolam. São fantoches que servem ao propósito de manter a raça humana bem controlada e manipulável.

Auto cura é também ir contra estas forças e estas pressões que tentam nos manter no "senso comum" e na cada vez mais homogeneizada sociedade seja na saúde seja no social. Cada vez temos mais tabus em vez de ter menos.
Não podemos falar contrário à tese oficial do hiv sida pois logo surgem os corporativistas a atacar, difamar e destruir. Mesmo em casa quando falei que ia deixar os anti retrovirais pensam que alguém apoiou? As pressões são muitas e a responsabilização é difícil mas possível.

Eu tenho a prova de quando me responsabilizo por mim e trato de mim com carinho tenho a saúde que preciso para fazer tudo o que quero. Tenho também a prova de que quando sou preguiçoso e não cuido de mim próprio minha saúde é afectada negativamente.

Quanto mais se responsabiliza mais métodos e oportunidades irão aparecendo. Para uns poderá ser o Yoga que potenciará a transformação mas para outros pode ser o Qi Gong ou o Tai Chi Chuan ou outra prática. Uns poderão encontrar informação sobre a Ozono Terapia e outros sobre a Terapia de Libertação Emocional ou outra das muitas terapias naturais existentes.

Não é igual para todos e cada um tem suas próprias necessidades e seus próprios desequilíbrios. É mais fácil encontrar aquilo que precisamos para nos curar do que encontrar uma cura para todos.

Se está aqui provavelmente já começou a procurar sua cura ou no minimo alternativas á terapia antiretroviral. Estou certo de que quem procura, encontra, e assim tudo depende do tamanho da vontade em se curar. Se não tem vontade comece por curar essa dificuldade pois limita tudo mais e impede de viver. A falta de vontade cura-se também e muitas vezes é mesmo por aí que se começa a auto cura.


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Sida a religiao dos tolos

Escrito por amalux DC on 9:21 da manhã

Eu recuso-me a algum dia ter SIDA, um acrónimo que nada significa e criado com fins políticos, sociais e económicos que para tudo serve menos para ajudar alguém. Se julgam que andam a salvar vidas em África com retrovirais desenganem-se pois todo dinheiro investido com a desculpa de ser para a SIDA em África apenas é um meio de colonizar, explorar e reduzir a população africana.

HIV é como o Bin Laden, um terrorista criado pela elite mundial com o objectivo de dar seguimento a seus planos fascistas que incluem a redução da população através de doenças e guerras e também o seu controle total através de meios de controle como chips, cameras etc. Mas principalmente através da ilusão e desilusão de histórias com grande valor emocional como seráuma guerra ou sida.

E quem quer saber? Quem quer fazer perguntas sobre o HIV que ninguém sabe responder incluindo os famosos médicos que impingem anti retrovirais dependendo de valores de análises que pouco ou nenhum valor teem.
Quem tem coragem para fazer o seu mais elementar direito e questionar o médico acerca de todas contradições da história HIV=SIDA?

Eu pergunto como é possível haver pessoas SAUDÁVEIS que iniciam terapia antiretroviral apenas porque tem cd4 abaixo dos 200. Completamente saudáveis deixam de o ser porque passam a ficar formatados pela doença e médicos. Todo diagnosticado seropositivo sabe do que falo e de como se condena a si próprio depois de um diagnóstico positivo para hiv e depois da consulta com o "especialista".

O ser que antes era saudável agora é doente crónico e tem de fazer quimioterapia que como sabemos pode e mata muito bem. É claro que ninguém faz quimioterapia se não pensar que é para seu bem mas dar ARV a quem está saudável é crime.

Porque um diagnóstico não reconhecido para detectar o hiv (ainda não existe teste ao hiv em 2009) diz ter uns antigéneos comuns no ser humano faz-se depois uma contagem de carga viral sem nunca se ter isolado o vírus, tudo muito anti científico, muito anti postulados de Koch e muito anti lógica.
Depois segue-se o caminho da anti ciência dizendo á pessoa que tem hiv e uma carga viral virtualmente extrapolada exactamente como fazem com os números de casos no mundo que tanto gostam de fazer propaganda para ficarmos todos com muito medo da sida e irmos a correr para a quimioterapia e seus endinheirados promotores entregando nossas vidas sem questionar as mais evidentes contradições e interesses económicos evidentes.

Depois ainda melhora mais porque faz-se contagem de cd4 e vão estabelecendo valores referência aos quais decidem se alguém é doente e precisa de medicamentos... Começou pelos 400 cd4 penso e hoje já vai nos 200 mas muita gente incluindo eu vive/viveu com eles nos 100 e continuamos vivos. Vivos e a bombar :p

Mesmo não sabendo a medicina como funciona o vírus e mesmo havendo estudos recentes publicados que concluem não haver relação entre a variação dos CD4 e a chamada Carga Viral, pessoas saudáveis estão a tomar anti retrovirais e a ficar doentes por causa disso. Repito que é um crime dentro de um crime bem maior que começou quando a SIDA foi anunciada de forma mafiosa e imposta á população sem seguir as regras da ciência e medicina.

Desde o princípio que SIDA foi uma construção política, social e económica e é impressionante como estas manipulações conseguem avançar sem lógica nenhuma. O povo é emocional e é assim que é enganado e manipulado. Por isso a propaganda a grandes números de infectados serve bem seu propósito de meter medo e desarranjar o povo emocionalmente pois qualquer ser com um bocadinho de lógica não aceitaria histórias destas como verdade.

Peçam explicações a seus médicos e governantes pois esses também apoiam a elite corporativista para manter o povo na ignorância e num estado emocional primitivo em vez de um estado racional e no conhecimento. Eles sabem que - Saber é Poder- e não vão partilhar contigo nem conhecimento nem dinheiro nem curas nem nada a não ser o medo. Ás vezes ou melhor muitas vezes apetece-me chamar de IDIOTAS a todos que não vêm o que se passa. Apetece-me chamar IDIOTAS a todos diagnosticados seropositivos que morreram, que sofrem hoje, que estão hoje a morrer em vez de viver.
Apetece-me gritar com todos ao ver o esquema irracional e sem ponta que se pegue mas que todos acreditam piamente sem questionar como se fosse uma questão de fé... duh é minha vida!

Se tenho que ter fé em alguma coisa não será na morte e em diagnósticos de -doença incurável-. Se tenho que ter fé em alguém não será nos intrujões e sugadores que que me iludem e chupam o sangue.

Se tenho que ter fé será na Vida e na Cura que depositarei essa Fé!
Se tenho que ter fé será em mim que depositarei essa Fé.
Eu Sou Capaz de Assumir o Controle de Minha Vida!
Eu Sou Capaz de Enfrentar a Realidade!
Eu Sou Capaz!

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aDeus Sida Bye Bye Hiv Aids

aDeus Hiv Aids é um Blog pessoal sobre minha experiência de seropositivo de Hiv Sida e minha decisão e experiência em viver bem sem antiretrovirais usando terapias e práticas alternativas complementares holisticas naturais no desenvolvimento da saúde em geral e na recuperação da imunidade natural.
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